quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Sem disposição para mais uma prova.
As férias suinásseas, além das férias em si, me desanimaram (não que eu costume ficar muito animada com provas de oitenta e cinco questões).


obs. isso nao tem nada de pseudo-cult, solamente de pseudo-revoltada ruim na escola.

domingo, 26 de julho de 2009

Criatividade

Ando muito pouco criativa para postagens nos últimos dias, apesar da cultisse pseudo-intensa dessas férias.
Depois de algumas idas a exposições no centro, anima-mundi e maratona judaica com filmes do Woody Allen a ideia mais criativa que veio foi: um casamento da pesada!

nossa própria paródia suecada de filmes gordos da sessão da tarde.

domingo, 5 de julho de 2009

Baixando músicas francesas.

sábado, 27 de junho de 2009

Colocando o plano do cineclube para frente. Para os que não estão familiarizados, a ideia é passar um filme uma vez por mês depois da aula e debatê-lo com professores.
Com cartazes espalhados que remetem à campanha da Sagatiba ("Mas o que é Sagatiba?"), pretendíamos chamar a atenção para o cineclube com trocadilhos com nomes de diretores e coisas do gênero... Porém, parece que o público-alvo não entendeu se godard era realmente um queijo e qual era a diferença entre fellini e fettuccine.

Pode ser que a quarentena da gripe suína atrapalhe um pouco o projeto. Porém dará tempo para visitar o CCBB e ver a exposição da Virada Russa.

sábado, 13 de junho de 2009

Boinas

Dizem que o número de boinas acumuladas ao longo da vida mostra há quanto tempo você é (pseudo) cult. Eu só tenho uma e, mesmo assim, comprada num barraco em Paris.
O que isso quer dizer sobre mim?


Por outro lado, tenho vários bonés podrões da seleção brasileira. Acho que nasci para ser lelesk.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Como toda pseudo-cult, tneho que ser revoltada com a mídia, o mainstream e a economia capitalista na qual vivemos. É por isso que declaro que o Dia dos Namorados é uma fraude inventada pelo João Dória para movimentar a economia brasileira em junho.

E tenho o dito.
Apenas o fim é bom. Mas é muito pseudo-Woody Allen.