sábado, 13 de junho de 2009

Boinas

Dizem que o número de boinas acumuladas ao longo da vida mostra há quanto tempo você é (pseudo) cult. Eu só tenho uma e, mesmo assim, comprada num barraco em Paris.
O que isso quer dizer sobre mim?


Por outro lado, tenho vários bonés podrões da seleção brasileira. Acho que nasci para ser lelesk.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Como toda pseudo-cult, tneho que ser revoltada com a mídia, o mainstream e a economia capitalista na qual vivemos. É por isso que declaro que o Dia dos Namorados é uma fraude inventada pelo João Dória para movimentar a economia brasileira em junho.

E tenho o dito.
Apenas o fim é bom. Mas é muito pseudo-Woody Allen.

sábado, 2 de maio de 2009

É curioso como, pela primeira vez, falarei sobre outro grupo antropológico que não os pseudo-cults. Na verdade, o provável culpado de tal fenômeno é o Felipe Drummond (pseudo-cult de carteirinha) que pediu por um post na porta do Shopping Leblon.
A conjuntura me deu a ideia: dissertação sobre a massa de 11 a 16 anos que acha um programão ir ao Shopping Leblon no fim de semana.
É curioso que entre esses indivíduos encontramos espécimes diferentes:
- Cocotinhas de 13 anos que usam lenços verdes para combinar com seus canudos do frappuccino do Starbucks que não tem uma gota de cafeína. Esses exemplares estão dispostos a pagar 30 reais pelo box "starbucks + cinema" e costumam ser encontrados em grupos de três ou mais.
- Pseudo-lelesks também de 13 anos que vão "zuar no xops". De vez em quando são acompanhados por um dos componentes do grupo acima, ocasião em que o destino certo é uma comédia romântica no kinoplex.
- Crianças de 11 anos, não importando nessa idade a distinção de sexo. Costumam correr e gritar pelo shopping, causando o caos e a discórdia. Quando vão ao cinema, normalmente é para, assim como os pseudo-lelesks, "zuar". Dependendo do estágio mental, essa fase pode durar até os 14.

domingo, 22 de março de 2009

Reflexões pseudo-antropológicas sobre a região em frente à Pista 3

É realmente curioso como um corredor com um banheiro duvidoso no fundo e cerveja barata (igualmente duvidosa) na frente possam atrair tantas pessoas. Principalmente aquelas que tem condições íntegro-financeiras de estarem em qualquer outro lugar.
É aquilo... o legal é ser não-legal. O legal é ser tosco. Mas por quê?

Aí eu ainda não consegui chegar. Mas o mais curioso, realmente, é como as pessoas realmente se produzem para ir para o lugar tosco. É uma profusão de shorts sobre meias-calças, suspensórios, all-stares e afins. O interessante, inclusive, é que se você vir a mesma pessoa no seu cotidiano, nunca a encontrará em trajes semelhantes. Além dos bons e velhos cigarros para completar o ar blasé.
Mas peraí... se você é do tipo que se produz para ir no pé-sujo (se bem que, convenhamos, nem pé-sujo é) é porque você não é realmente blasé.

Mas relaxe, são apenas devaneios de um cubano cubista (ou não).

terça-feira, 3 de março de 2009

delta t = 3

É demasiado triste que no decorrer de três meses a massa cinzenta tenha sido capaz de confeccionar apenas oito posts.
Sendo a maioria, assim como este, apenas uma metalingüagem pseudo-machadiana.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Carnaval

Pseudo-cult que se auto-afirma cult não pode gostar de carnaval. Todo mundo sabe disso. Até quem é maistream e gosta de carnaval.
A solução é se refugiar nos cinemas do Estação, que ficam especialmente lotados de pseudo-cults nesta época do ano. Ou então ir ser mal-tratado por algum atendente mal-humorado da Cavídeo enquanto você quer ganhar o bolão do Oscar...